Desperto pasmo e não te vejo.
Percebo as horas avançadas,
o corpo que reclama,
o sono que persiste.
Reverbera a fadiga da distância
e do tempo entre nós.
Peço que voltes logo
para abrandar o tempo.
Te aguardo como quem aguarda
um cometa de raro brilho
e efêmera passagem,
indelével maravilha.
Acima das nuvens negras
que sufocam esperanças
queima o sol o seu caminho,
ditosamente escarlate.
Pedro Luiz Da Cas Viegas
Cachoeirinha, 27/02/2026
Oba, excelência romântica caro Pedro. Amei!
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