A vida em sépia
ressuma a nostalgia.
Quando fui à capela que ardia
em glória dourada e singela,
sinos batiam p’ra ti,
Minha doce, amada Reni!
No altar dançavam as chamas
das velas consagradas ao Altíssimo.
Fiéis cantavam hinos em uníssono,
e tudo soava como fosse p’ra ti,
Minha sagrada, amada Reni!
O silêncio se fez oração.
Em cada pedra, uma lembrança;
o som do vento, a exaltação
da alma que vive e não cansa
de amar-te, Reni.
E enquanto o tempo flui calado,
em sépia, a vida se faz encanto —
faz-se meu ardor, a ti consagrado,
luz que não se apaga, manto
da tua paz, Reni, meu eterno canto.
Pedro Luiz Da Cas Viegas
Cachoeirinha, 28/07/2025
Traduza esta página: (As traduções são feitas pelo Google e não garantimos sua fidelidade poética.)